sábado, 6 de outubro de 2012

Carta do Partido dos Trabalhadores – PT /Pará


Companheiros e Companheiras candidatos, candidatas e presidentes petistas desse imenso Estado do Pará.
Os 32 anos de lutas, organização social política e eleitoral do PT tem resultado em muitas conquistas. Governamos o Brasil por 10 anos consecutivos além de várias capitais, Estados e municípios e agora chegou mais uma época de colheita.
Estamos na reta final de mais um pleito eleitoral importante para o fortalecimento do nosso partido nos municípios do Estado e do País, sendo fundamental para o PT manter e ampliar a força representativa no Estado do Pará.
Nesse sentido é imprescindível que as nossas candidaturas, e as direções do partido tenham atenção redobrada nesta reta final, não aceitar provocações, ameaças e acima de tudo continuar dialogando para conquistarmos cada voto que ainda não conseguimos conquistar, além de segurarmos o que já conquistamos, de forma que possamos alçar no dia 07 de outubro mais um degrau do nosso projeto de transformação social e de melhoria da qualidade de vida das pessoas com cidadania e inclusão social.
Muita vigilância durante esses últimos dias que antecedem as eleições e no domingo é preciso reforçar a fiscalização até o final do processo eleitoral. A abertura e o fechamento das urnas são dois momentos fundamentais do dia D. Precisamos está de olhos abertos para qualquer ameaça ao nosso projeto político e social.
Por fim queremos parabenizar e agradecer a todos e todas pelo esforço, pela dedicação e determinação com que fizeram a campanha durante nesses três meses levando a estrela do PT, mesmo com todas as dificuldades, mas que estão firmes para disputa com coragem e compromisso.
Vamos firme na luta rumo a vitória do Partido dos Trabalhadores no Pará e no Brasil.
João Batista, presidente PT/Pará
Maria de Jesus Lima, Secretaria Geral PT Pará

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Forjado na Luta

JORGE NAZARENO CRUZ, administrador de empresas, é filiado e militante do Partido dos Trabalhadores.
Lidera há mais de 15 anos as famílias residentes no Conjunto Residencial Natália Lins, em Belém, e ampliou essa liderança ao articular junto com os coletivos de mutuários do Sistema Financeiro da Habitação o FÓRUM EM DEFESA DA MORADIA.
O Fórum, é hoje um movimento social representativo de entidades organizadas em 184 conjuntos habitacionais na Região Metropolitana de Belém, sendo um pólo aglutinador das diversas formas de organização da luta pelo Direito de Morar e é reconhecido como uma das principais referências de movimentos sociais no Estado, legitimado por ter se constituído, a nível federal, como o principal conciliador dos conflitos entre os mutuários e os agentes públicos do Sistema, articulando e implementando Termos de Ajuste de Conduta (TACs), celebrado entre ocupante, agente financeiro e Ministério Público Federal, o que garantiu a moradia para milhares de famílias envolvidas no processo.
Tudo isso, também referendou o companheiro JORGE CRUZ como  liderança reconhecida nacionalmente na luta pela REFORMA URBANA. Tanto assim, que hoje – além da Coordenação do Fórum e de ter coordenado as Conferências Estaduais das Cidades– é membro da Coordenação da UNIÃO NACIONAL POR MORADIA POPULAR, movimento articulado em 20 Estados Brasileiros.
 Por tudo isso, JORGE CRUZ 13623 será
 
 O VEREADOR DA CIDADE

terça-feira, 2 de outubro de 2012

ARRASTÕES DA REFORMA URBANA


Nesta Reta Final de Campanha o VEREADOR DA CIDADE estará, com toda a Militância da Campanha, levando as propostas de um MANDATO POPULAR

ð    No CONJUNTO MENDARA – na quarta, dia 03, às 09:00 horas

ð    No TELÉGRAFO – na quarta, dia 03, às 16:00 horas

ð    No GUAMÁ - na quinta, dia 04, às 09:00 horas

ð    No BENGUÍ - na quinta, dia 04, às 16:00 horas

ð    No PARQUE UNIÃO - na sexta, dia 05, às 09:00 horas

 

Além dos ARRASTÕES DA REFORMA URBANA, JORGE CRUZ
13623 – O VEREADOR DA CIDADE, ESTARÁ EM REUNIÕES
COM COMUNIDADES

 

ð    No UMARIZAL – na quarta, dia 03, às 19:30 horas

ð    No TELÉGRAFO - na quarta, dia 03, às 21:00 horas

ð    No GUAMÁ - na quinta, dia 04, às 19:30 horas

ð    No PARQUE VERDE - na sexta, dia 05, às 16:00 horas

ð    No TELÉGRAFO - na sexta, dia 05, às 17:30 horas

Os "donos" da TERRA

Dados do livro “Partido da Terra – como os políticos conquistam o território brasileiro”, obtidos a partir de declarações de bens à Justiça Eleitoral, mostram que políticos de todas as regiões do país possuem terras na Amazônia e no Cerrado.

O jornalista Alceu Luís Castilho, autor do livro, lançamento recente da Editora Contexto, analisou quase 13 mil declarações de políticos eleitos em 2008 e 2010. No município de São Félix do Xingu (PA), o segundo maior do país, com o maior rebanho bovino, os políticos possuem mais de 12 mil hectares.
A reportagem é de Altino Machado e publicada por Terra Magazine / Blog da Amazônia, 24-09-2012.

O Pará é um dos principais destinos dos políticos – inclusive nos municípios do Arco do Desmatamento, no Pará e em Mato Grosso.

O livro expõe a tese de um “sistema político ruralista”, do qual emerge um fenômeno mais conhecido, a famosa bancada ruralista.

De acordo com o livro, entre os deputados estaduais e federais, senadores e governadores, eleitos em 2010 e 2006, de 548 mil hectares, 88 mil ficam em outros estados que não aqueles onde eles têm domicílio eleitoral.

Das áreas rurais declaradas pelos prefeitos, 22,56% também estão em outros estados. São 262 mil mil hectares, de um total de 1,16 milhão de hectares informados por eles ao TSE.

Dos 22 prefeitos do Acre eleitos em 2008, 10 são proprietários de terras rurais. Somando os vice-prefeitos, 13 municípios do Acre (59,09%) possuem políticos proprietários de terra à frente de prefeituras. A porcentagem entre os prefeitos é de 45,45%.

O estado que mais possui “prefeitos e vice-prefeitos com terra” é o Mato Grosso (com 62,41% entre prefeitos, 78,72% incluindo vice-prefeitos). Em seguida vêm Paraná, Bahia eEspírito Santo, contando os vice-prefeitos. Em todos estes estados mais de 70% dos municípios têm o prefeito ou o vice “com terra”.

Contando só os prefeitos a ordem muda: depois do Mato Grosso vêm Bahia (53,62%),Tocantins (53,24%), Rondônia (52,73%), Goiás (52,05%), Espírito Santo (51,95%) ePiauí (51,12%). Em todos estes casos mais da metade dos prefeitos é proprietária de terras rurais.

A lista dos 31 políticos com mais hectares, conforme as declarações entregues por eles mesmos à Justiça Eleitoral, possui um prefeito do Acre: Hilário Melo (PT), de Jordão. Ele declarou a posse de 17.842 hectares, em 2008, por R$ 42.942,87.

Uma das terras de Melo, de 17.731 hectares, foi declarada por R$ 642,87. A relação R$/hectare dessas terras é uma das mais baixas das 13 mil declarações analisadas: R$ 2,41 – equivalente ao preço de uma lata de cerveja.

Entre os latifúndios (pelo menos 2 mil hectares), essa proporção só é maior que a de uma fazenda do senador mato-grossense Jayme Campos, com relação R$/há de R$ 0,017.

A obra também enumera crimes ambientais em terras de políticos. Um dos casos é o do ex-prefeito eleito de Feijó, Juarez Leitão, do PT, afastado pela Justiça Eleitoral, que já teve obra embargada pelo Ibama, por desmatamento. Leitão era seringueiro, companheiro do sindicalista Chico Mendes e chegou a presidir o Conselho Nacional dos Seringueiros.

“Partido da Terra” traz também uma lista inédita de políticos madeireiros: são mais de 60 nomes. Quatro são do Pará, um do Amapá, um de Rondônia. Vários já foram acusados – alguns, até presos – de crimes ambientais.

Um dos capítulos sobre ambiente conta o caso de Luiz Augusto Ribeiro do Valle. Ele já foi diretor-presidente do Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal do Acre. Teve uma área embargada pelo Ibama, em 2007, por destruição ou danificação de florestas.

Outro nome que aparece (sempre no 17º capítulo do livro, Arco do Desmatamento) é o de Darly Alves da Silva Filho, por desmatamento em Xapuri.

O livro trata também de crimes contra camponeses, indígenas e trabalhadores, a mando de políticos.

Minha Casa MONTADA

Os juros do cartão da Caixa Econômica Federal para compra de materiais de construção foram reduzidos para clientes com renda individual mensal de até R$ 1.600 - a primeira faixa de renda do programa Minha Casa, Minha Vida. O banco também lançou o Moveiscard, um cartão para financiamento de móveis, eletrodomésticos e eletroeletrônicos com crédito facilitado para as faixas de renda do programa (veja tabela). Ambos os produtos bancários estarão disponíveis nas mais de 3 mil agências da Caixa a partir de 1º de outubro.
A Caixa anunciou as mudanças nessa terça-feira (25). As novas condições no Construcard permitem juros de 0,9% ao mês mais Taxa Referencial (TR) e prazo de até 72 meses para pagar, atendendo à parcela da população com menor renda.
Móveis - Segundo o vice-presidente de Pessoa Física da Caixa, Fábio Lenza, o cartão foi criado para atender às necessidades daqueles que querem mobiliar a casa, e em especial dos clientes do Minha Casa, Minha Vida. A linha financia até 100% de produtos como fogão, geladeira, televisão, móveis da sala e dos quartos. “A expectativa é que o Moveiscard atenda 1,6 milhão de famílias até o final de 2013”, diz Lenza.
O prazo é de até 60 meses, sendo dois meses de utilização e 58 meses de amortização, com taxas de juros que variam de 0,9% a 1,8% ao mês. A menor taxa é destinada aos clientes do programa – Faixa I, com renda familiar de até R$1.600.
Construcard - Com mais de 65 mil lojas credenciadas, o Construcard já beneficiou cerca de 1,2 milhão de famílias nos últimos cinco anos, financiando um total de R$ 15 bilhões nesse período. Até o final deste ano, foram disponibilizados R$ 5 bilhões de orçamento, volume suficiente para atender a mais de 400 mil famílias.
Com o lançamento do Programa Caixa Melhor Crédito, o crescimento do volume mensal de contratação do cartão Construcard chegou a 409%, e totalizou em agosto o volume de R$ 647 milhões, que em abril foi de R$ 127 milhões. Em relação ao volume médio de contratação diária, desde a última redução de juros do produto, em 23 de julho, a média subiu de R$ 5,8 milhões para R$ 28,2 milhões.
BB e pequenos comerciantes firmam parceria
O Banco do Brasil e a Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção firmaram, no último dia 18, parceria para facilitar o acesso ao crédito a micro e pequenas empresas e promover uso de crédito consciente.
O convênio contempla a linha BB Crédito Material de Construção, que financia a aquisição por famílias, com taxas de juros a partir de 1,49% ao mês. O lojista recebe à vista e o consumidor ganha até 54 meses para pagar suas compras. Além disso, envolve também as linhas BB Crédito Empresa – Material de Construção e Cartão BNDES, que beneficiam as micros e pequenas empresas.

Transformar as cidades, construir oportunidades

GENEBRA (1º de outubro de 2012) – “Oportunidades para quem?”, perguntou a Relatora Especial das Nações Unidas para moradia, Raquel Rolnik, sobre o tema do Dia Mundial do Habitat (World Habitat Day) deste ano, “Transformar as cidades, construir oportunidades”.
“O modelo atual de políticas de moradia ao redor do mundo foca-se cada vez mais na finaceirização da habitação,” disse Rolnik, observando que esse padrão se mostrou prejudicial à concretização do direito à moradia adequada pelos mais pobres.
“O crédito para a propriedade de moradia não é uma panacéia”, alertou a especialista em direitos humanos. “A crise na habitação que ocorre atualmente no mundo todo, com milhões de casas e apartamentos vazios coincidindo com um aumento alarmante nas execuções hipotecárias e no número de pessoas sem moradia, é a evidência mais forte do fracasso do sistema de financiamento de habitação em atender as necessidades de moradia de todos os segmentos da sociedade.”
A Relatora Especial destacou que as políticas de financiamento de habitação baseadas no crédito são intrinsecamente discriminatórias contra as famílias de baixa renda e na melhor das hipóteses aumentam a possibilidade de posse de moradia dos grupos de rendimento médio.
“Por estar sujeito à lógica financeira, o mercado de habitação não criou soluções adequadas de moradia para os mais pobres,” Rolnik observou. “Em muitos casos, as políticas de financiamento de habitação resultaram no aumento das desigualdades no acesso à moradia, intensificando a insegurança de posse, a localização ruim, a baixa habitabilidade e a segregação social e, às vezes, até aumentando o número de pessoas morando nas ruas.”
A Relatora Especial, que, durante os últimos quatro anos, examina o impacto da financeirização da produção habitacional vigentes em países desenvolvidos e em desenvolvimento, ressaltou que tais estratégias “falharam amplamente em promover moradia adequada para as populações mais pobres”. Ela descreve essas conclusões em um relatório que será apresentado à Assembleia Geral da ONU no final deste mês.
“Aproveito a oportunidade do Dia Mundial do Habitat para convocar uma mudança nas políticas de habitação baseadas no crédito para a propriedade de moradia com a adoção de uma abordagem voltada para os direitos humanos nas políticas de habitação, que pode criar oportunidades reais para todos,” Rolnik disse.


A Executiva Estadual do Partido dos Trabalhadores do Pará torna público que tomou conhecimento sobre o caso do avião apreendido no município de Parauapebas no final de tarde de hoje (02) e imediatamente entrou em contato com o Diretório do PT no município, que esclareceu, por meio de nota, que não possui nenhum envolvimento com o fato ocorrido.
Para melhor elucidar o caso, a Executiva disponibiliza na íntegra a nota enviada pela Coligação Majoritária Todos Por Parauapebas:
NOTA DE ESCLARECIMENTO
A Coligação Majoritária Todos Por Parauapebas, composta pelos partidos políticos PT, PMDB, PP, PPS, PSC, PSB, PCdoB e PTC vem a público, REPUDIAR a divulgação de boatos irresponsáveis.
Sabe-se que na tarde de hoje, 02 de outubro de 2012, o Juiz Eleitoral Dr. Líbio Araújo Moura, apreendeu uma quantidade de dinheiro transportada em um avião particular, conduzindo os ocupantes da aeronave para prestar esclarecimentos sobre a origem e o destino do dinheiro, que nada tem a ver com a campanha de nossos candidatos.
Fazemos uso deste meio de comunicação, neste momento, para reafirmar que nossa campanha está sendo feita com obediência à legislação eleitoral e que estamos conscientes de que o crescimento da aceitação popular de nossos candidatos tem produzido um efeito desesperador nos adversários.
Entendemos que as tentativas de denegrir nossos candidatos, constituem um profundo desrespeito com os eleitores.
Ao público, trazemos a tranquilidade da certeza de que nossos candidatos continuam firmes em busca da vitória e que nada têm a ver com o fato noticiado.
A verdade, como sempre, prevalecerá!

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NILSON SOUZA DIAS

Representante da Coligação Majoritária

Todos Por Parauapebas

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

A UNMP nas ruas, nas urnas, nas cidades


VOTEM EM QUEM MUDA A CIDADE !
MILITANTES DA REFORMA URBANA QUE ATUAM NA UNIÃO NACIONAL POR MORADIA POPULAR (UNMP) E CONSTRUIRAM SUAS CANDIDATURAS NA LUTA POR UMA CIDADE JUSTA, IGUALITÁRIA E INCLUSIVA
 
No NORTE
ð Manaus / AM : Cristiane e Sato
ð Belém /PA : Jorge Cruz e Pedrinho
ð Capanema / PA : Mauro Menezes e Antonio Maria
ð Tucuruí / PA : Senhorinha Gil
ð Santarém / PA : Ivan Leão
No SUL
ð Cornélio / PR : Neuza Catarino
No NORDESTE
ð Salvador / BA : Sérgio Bulcão
ð Paulista / PE : Vinicius
ð Cabo de Santo Agostinho / PE : Lourenzon
ð Ipojuca / PE : Irmã Lia
ð Petrolina / PE : Edinaldo
ð Abreu e Lima / PE : Codó
No SUDESTE
ð São Paulo / SP : Verinha
ð Ouro Preto / MG : Leleco
ð Vila Velha / ES : Edilza
ð Praia Grande / SP : Vitorino
ð Santos / SP : Rafael
ð Americana / SP : Kim
ð Ipatinga / MG : Saulo Manoel
ð Alfenas / MG : Luizinho (candidato a Prefeito)
No CENTRO OESTE
ð Goiânia / GO : Maurício Beraldo

 
VOTAR EM CANDIDATOS E CANDIDATAS MILITANTES DA UNMP É GARANTIR PROJETOS QUE CONSTRUAM O DIREITO À CIDADE:
ü   Apresentar Emenda Parlamentar no Orçamento Municipal para garantir maior efetividade dos investimentos públicos e da autogestão e/ou cogestão de projetos de habitação de interesse social, principalmente, através de parcerias com organizações dos movimentos populares e em apoio a linhas de financiamentos específicas estabelecidas pelo Ministério das Cidades.
  •   Apresentar Projeto de Lei que obrigue a Prefeitura a garantir no Plano Plurianual o orçamentário destinando o percentual de 1% do Orçamento Municipal para compor o Fundo Municipal de Habitação de Interesse Social.
  • ü    Fortalecer espaços de negociação e elaboração política como os Fóruns de Reforma Urbana e os Conselhos Municipais das Cidades, para a elaboração participativa de projetos de lei que garantam o DIREITO À CIDADE.
  • ü    Apresentar Projeto de Lei que normatize a Política Municipal de Apoio à Regularização Fundiária Sustentável, que abrigue a construção de um marco jurídico para novas práticas cartorárias, a utilização do patrimônio imobiliário federal nas cidades, envolvendo imóveis da União (INSS, RFFSA e terrenos de marinha) e programas que apoiem a regularização fundiária de assentamentos precários em áreas urbanas ocupadas por população de baixa renda.
  •     Apoiar os Movimentos de Moradia na capacitação e assessoramento técnico de suas participações nos espaços de Controle Social, promovendo o acompanhamento e a avaliação dos financiamentos, mecanismos de distribuição, definição de prioridades e alcance social das políticas públicas em todas e quaisquer intervenções propostas na construção da Política Municipal de Desenvolvimento Urbano.
  • Apresentar Projeto de Lei que preconize um processo de gestão integrada, pública e privada, de recuperação e reutilização do acervo edificado em áreas já consolidadas da cidade, compreendendo os espaços e edificações ociosas, vazias, abandonadas, subutilizadas e insalubres, a melhoria dos espaços e serviços públicos, da acessibilidade e dos equipamentos comunitários, por meio do repovoamento dos centros com atividades econômicas e moradia popular.
  • Criar Frentes Parlamentares da Reforma Urbana em todas as Câmaras Municipais.
“Quem muda a cidade somos nós: REFORMA URBANA JÁ !”


domingo, 30 de setembro de 2012

1º DE OUTUBRO - DIA MUNDIAL DO HABITAT


LOGO MAIS
O POVO QUE CONSTRÓI O MANDATO DO VEREDOR DA CIDADE ESTARÁ REUNIDO PARA REFORÇAR SUA ENERGIA NESTA RETA FINAL DE CAMPANHA.
GRANDE CARREATA NOS CONJUNTOS HABITACIONAIS DA BASE DO FÓRUM EM DEFESA DA MORADIA.
CONCENTRAÇÃO À PARTIR DAS 09 HORAS EM FRENTE AO COMITÊ DA REFORMA URBANA (EM FRENTE AO MANGUEIRÃO)
TERMINANDO COM A FEIJOADA DO VEREADOR DA CIDADE NO ZIRALD'S RESTAURANTE E EVENTOS, NO RESIDENCIAL RIO D'OURO

ESPERO TODOS E TODAS POR LÁ
BELÉM É 13 COM JORGE CRUZ
- O VEREADOR DA CIDADE - 13623

terça-feira, 25 de setembro de 2012

ESTA É A ATUAL CÂMARA MUNICIPAL DE BELÉM



Por muito pouco a lei de preservação do Centro Histórico de Belém, a Lei Nº7.709, de 18 de maio de 1994 e a Lei Nº 8.809, do Plano Diretor, não foram rasgadas hoje na Câmara Municipal por aqueles que deveriam respeitá-las, ao aprovarem o PL de autoria do Vereador Raimundo Castro, atual Presidente da Câmara Municipal e candidato a Vice-Prefeito na chapa de Anivaldo Vale.
A proposta apresentada muda, sem nenhuma base técnica, o gabarito (altura dos prédios a serem construídos no entorno do Centro Histórico) de 19m para 40m e permitirá a construção de empreendimentos comerciais e imobiliários de até ou superior a 10.000 metros quadrados.
A mudança na legislação do Plano Diretor e do Centro Histórico e entorno, vai na contramão da decisão do Governo Federal, que tornou recentemente todo o conjunto urbanístico do nosso Centro Histórico, Patrimônio Nacional e ao mesmo tempo é uma atitude anti-democrática, ilegal e abusiva dos Vereadores, já que a elaboração do Plano Diretor e sua aprovação em lei no ano de 2008, foi fruto de um longo e amplo debate, envolvendo os órgãos municipais, os movimentos sociais, os técnicos, as universidades, as associaçoes empresariais e o legislativo. Portanto, se constitui em um verdadeiro golpe contra a cidade, que agora os vereadores a serviço do empresariado, queiram mudar a lei no tapetão, entre as quatro paredes de vidro da CMB, sem que os outros atores sociais sejam chamados e consultados através de audiências públicas e leituras comunitárias dos estudos técnicos sobre tais alterações.
Essa luta em defesa do Plano Diretor se desenrola a algum tempo e alguns vereadores comprometidos com o futuro da cidade e os movimentos da cidadania, conseguiram impor uma Comissão Técnica instituída pelo próprio Presidente Raimundo Castro, para estudar tecnicamente todas a propostas de alteração ao PD de Belém, mas que agora ele próprio decidiu ignorá-la e passar por cima de seus pareceres. Sobre o PL do Vereador Castro, assim se pronunciou a Comissão Técnica:
"Concluímos que, somente um estudo de viabilidade urbanística, que considere a análise de todas as implicações técnicas e legais, por meio de pesquisas de modelamento urbano e tratamento dos dados e diagnósticos hoje disponíveis, poderá determinar objetivamente uma possível alteração de modelo para a ZAU 7 – Setor II que não resulte em impactos negativos na infraestrutura e na sobrecarga viária, prevendo adoção de instrumentos urbanísticos que viabilizassem o desenvolvimento em padrões equânimes para todo o município, não só na zona em questão. Tal estudo deve orientar-se, de forma sistêmica e intersetorial com a com a participação de órgãos e entidades da administração pública, além de representantes da iniciativa privada, devidamente representados, e comunidade local, representada por seus conselhos, fóruns, associações, dentre outros, de acordo com os pressupostos do Art. 40 e 43 da Lei nº 10.257/2011 – Estatuto das Cidades, regulamentados pela Resolução nº 25, de 18.03.2005 do Conselho Nacional das Cidades – CONCIDADES. Desta forma esta Comissão recomenda o arquivamento do projeto de lei."
 
O que se comenta nos corredores e galerias da Câmara de Belém, é que a maioria dos vereadores foram "convencidos" pelos setor empresarial que quer explorar a orla aberta pelo Portal da Amazônia. A aprovação dessa lei, visa concluir o processo de "limpeza urbana", que começou com a retirada de centenas de famílias que a décadas moram na área, dando lugar aos condomínios e shopings centers sem nenhuma legislação que proteja nossa orla e nosso Centro Histórico.
Felizmente alguns vereadores, como os vereadores Pastor Raul Batista, Marquinho do PT, Otávio Pinheiro, Adalberto Aguiar, Fernando Dourado e a Vereadora Milene, mesmo presentes fizeram a obstrução da votação, retirando o quorum e por 01 (um) voto impediram que o projeto fosse votado hoje, mas amanhã deverá voltar a pauta para votação.
Os movimentos de cidadania e defensores de uma Belém sustentável, estão sendo convocados pelo Fórum Belém, Observatório de Belém, Ong No Olhar e pelo Fórum de Cultura de Belém, a estarem presentes em massa, amanhã (26.09), às 9:30 horas na galeria da CMB para protestar contra o Projeto.

O VEREADOR DA CIDADE VISITANDO VOCÊ


ð    No PARQUE VERDE - dia 26 de setembro, às 08:30 horas

ð    No COMITÊ COM LIDERANÇAS DA PRATINHA– dia 26 de setembro, às 17:00 horas

ð    No MORADA DO SOL - dia 26 de setembro, às 18:30 horas

ð    No SÃO GASPAR - dia 27 de setembro, às 08:00 horas

ð    No MENDARA II – dia 27 de setembro, às 10:00 horas

ð    No TELÉGRAFO COM O DEPUTADO PUTY - dia 27 de setembro, às 16:00 horas

ð    No CONJ.AUGUSTO MONTENEGRO II - dia 27 de setembro, às 18:30 horas

ð    Na PASSAGEM SANTA HELENA - - dia 28 de setembro, às 08:00 horas

ð    Na 14 DE MARÇO COM JOSÉ PIO - dia 28 de setembro, às 09:00 horas

ð    Na COMUNIDADE NOVO MILENIUM - dia 28 de setembro, às 15:00 horas

ð    No CONJ.AUGUSTO MONTENEGRO III - dia 28 de setembro, às 18:30 horas

ð    Na FEIRA DO TAPANÃ - dia 28 de setembro, às 19:30 horas

ð    No CONJ.AUGUSTO MONTENEGRO II - dia 29 de setembro, às 08:00 horas

ð    No CONJ.VILLE BURGUESE - dia 29 de setembro, às 09:00 horas

ð    No BAIRRO DA CASTANHEIRA – dia 29 de setembro, às 10:00 horas

ð    Na ASS. S.FRANCISCO DE ASSIS – dia 29 de setembro, às 19:00 horas

ð    Na COMUNIDADE VISÃO DE DEUS –dia 30 de setembro, às 10:00 horas

ð    No COMITÊ DO DASAC – dia 30 de setembro, às 12:00 horas

ð    Na 14 DE MARÇO COM JOSÉ PIO - dia 30 de setembro, às 17:00

ð    Na FEIJOADA DO VEREADOR DA CIDADEDATA A SER REMARCADA

ð    Na PLENÁRIA FINAL DE CAMPANHA - DATA A SER MARCADA

“Quem muda a cidade somos nós: REFORMA URBANA JÁ !”

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

A Realidade da Moradia no Brasil

Desde a extinção do BNH, em 1986, até 2008, a habitação social permaneceu relegada a uma posição subalterna na agenda das políticas sociais. Enquanto isso, os problemas habitacionais se agravaram. A Fundação João Pinheiro estimou, no ano de 2008, o déficit habitacional brasileiro em cerca de 5,5 milhões de unidades, sendo cerca de 1,5 milhão nas regiões metropolitanas. Desses totais, 90% correspondem a famílias em situação de pobreza, com renda familiar na faixa de 0 a 3 salários mínimos.
Mas o déficit habitacional é apenas uma parte dos problemas, porque o estoque de domicílios existente apresenta graves situações de precariedade. As estimativas do IBGE para os domicílios em áreas de favelas montam a um total de 3,2 milhões. Esse fenômeno, mais do que o déficit, tem uma concentração fortíssima nas metrópoles, com as regiões do Rio de Janeiro, São Paulo e Belo Horizonte, sozinhas, agregando cerca de 1,2 milhão de domicílios, respondendo por 37,5% do total. A Região Metropolitana de Belém, que tem a maior concentração relativa de favelas no Brasil, tem mais da metade do seu parque domiciliar (cerca de 54,4%) em situação de precariedade habitacional. E esses números ainda não levam em conta os loteamentos irregulares e clandestinos das periferias, a irregularidade fundiária, o problema do saneamento e dos transportes.
Em 1996, a Constituição finalmente incluiu o Direito à Moradia como um dos direitos sociais. Do ponto de vista das responsabilidades governamentais, o texto de 1988 já havia estabelecido a habitação como "competência comum" a União, estados, municípios e Distrito Federal. Essa definição vincula todos os entes federados à necessidade de atuar no setor, todavia deixa em aberto quais as atribuições inerentes a cada um, o que tem levado, em muitos casos, à inércia - o famoso "deixa que eu deixo" - e em outros casos, à sobreposição de atuações em um mesmo território, usualmente aqueles de maior visibilidade política.
A história das políticas habitacionais no Brasil sempre conferiu um papel protagonista ao governo federal e os governos municipais desvincularam-se de qualquer responsabilidade nessa área. No entanto, com o processo de redemocratização e com a descentralização operada pela Constituição de 1988, os municípios efetivamente passaram a ter um papel estratégico no desenvolvimento de ações mais consistentes na área da habitação. Cabe lembrar que o problema habitacional não se resolve apenas com o financiamento e com os subsídios, embora estes sejam elementos fundamentais. É necessário tratar adequadamente o problema do acesso à terra e do controle sobre os processos de valorização fundiária. Nesse ponto, a Constituição estabeleceu claramente a competência municipal, ao estabelecer o princípio da função social da propriedade e colocá-lo sob a tutela dos municípios. O Estatuto da Cidade, promulgado em 2001, reitera e detalha os princípios constitucionais, criando instrumentos que permitem aos governos locais atuar de forma muito mais eficaz na questão habitacional. No entanto, poucas administrações têm efetivamente atuado nesse campo, o que tem se refletido no aumento desenfreado do preço da terra nas áreas metropolitanas, inviabilizando ou dificultando a provisão de unidades para as camadas de baixa renda no âmbito do programa Minha Casa Minha Vida.
A complexidade do problema exige empenho. Cabem, portanto, como responsabilidades a serem cobradas dos novos governantes a serem escolhidos na próxima eleição: criar estruturas institucionais permanentes, com quadros técnicos competentes e concursados, que permitam montar programas adequados às realidades locais e que possam ter continuidade; prover fluxo de recursos permanentes para a área de habitação, complementando os investimentos das instância federal e estadual; criar e atualizar levantamentos sobre os problemas habitacionais; e, por fim, mas não em último lugar, dar consequência às atribuições que lhe foram delegadas pela Constituição no cumprimento da função social da propriedade.
Adauto Lúcio Cardoso
IPURR/UFRJ – Observatório das Metrópoles
Foto: Coletivo Favela em Foco